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Descolamento de Placenta: Causas, Sintomas e Tratamento

O descolamento de placenta ocorre quando ela é separada da parede do útero prematuramente. Isso pode causar alguns sintomas, como cólicas e sangramento vaginal, mas podem variar de um caso para outro.

Quando a situação acontece é necessário diagnóstico precoce, já que a saúde do bebê e da mãe podem estar em risco. Geralmente acontece no terceiro semestre de gestação, mas também pode ocorrer em outros períodos da gravidez.

Para saber quais providências tomar caso isso venha a acontecer com você, o ideal é se informar sobre o tema, já que consiste em uma complicação séria. A seguir você saberá quais as causas deste quadro, sintomas e tratamento.

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Funções da placenta

A placenta é uma estrutura que começa a se formar logo no início da gravidez, sendo que ela deve comportar o bebê em seu interior. Ela possui diversas funções importantes, que incluem até mesmo a secreção de hormônios.

Outra importante função da placenta é levar oxigênio e nutrientes da mão diretamente para o feto, de modo que este tenha acesso ao suporte necessário para seguir se desenvolvendo corretamente.

Normalmente, a placenta fica aderida a parede do útero até o momento do parto e o seu descolamento fisiológico ocorre após o nascimento do bebê. Quando ocorre o descolamento de placenta, as funções aqui comentadas são comprometidas.

Sintomas do descolamento de placenta

Conforme já citado, o descolamento de placenta no final da gravidez é mais comum, mas também pode acontecer descolamento de placenta no início da gravidez, sendo que ambos casos são emergenciais e geram sintomas como:

  • Sangramento vaginal;
  • Dor na região lombar;
  • Dor abdominal intensa.

Vale mencionar que há relatos onde o descolamento não gerou sangramento, e isso pode acontecer porque o sangue fica retido entre a placenta e o útero, o que pode acabar dificultando a percepção do quadro.

Outro detalhes importante é que nem sempre a placenta se descola por completo, de modo que o descolamento pequeno ou parcial podem não gerar sintomas. Sendo assim, as situações variam muito de uma gestante para outra.

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Como é feito o diagnóstico

Quando uma mulher grávida apresenta os sintomas comentados no tópico anterior, há uma ampla indicação de que ela busque por atendimento na unidade de saúde mais próxima, a fim de ser avaliada por um obstetra.

O profissional pode fazer o diagnóstico clínico do descolamento de placenta e na maioria dos casos é necessário fazer uma ultrassonografia juntamente com outros exames complementares.

Estes exames são necessários para detectar coágulos, hematomas ou ainda para diferenciar de outras possíveis afecções que podem gerar sintomas parecidos, então realizá-los acaba sendo algo muito importante.

Quais são as causas?

As causas do descolamento de placenta podem ser divididas de duas formas, sendo elas: traumáticas e não traumáticas. Estas possuem algumas diferenças importantes e você pode saber mais detalhes logo abaixo:

  • Causas traumáticas: estão diretamente relacionadas a traumas, que podem ser internos ou externos. Pode acontecer por quedas, agressão, acidentes, etc;
  • Causas não traumáticas: geralmente está relacionado a hipertensão, processos infecciosos, distúrbios vasculares, aumento excessivo do líquido amniótico, idade materna avançada, tabagismo, coagulopatias e uso de drogas.

Vale destacar que as causas vão variar de uma mulher para outra e estas devem ser investigadas quando o diagnóstico for feito, de modo que outros quadros semelhantes possam ser evitados.

Como funciona o tratamento

Dependendo das condições do descolamento de placenta, pode ser necessário que a grávida fique  internada por um tempo, onde o objetivo será mantê-la em repouso e com o suporte necessário, envolvendo uso de oxigênio.

O sangramento também deve ser monitorado através de exames de sangue, pois caso a perda seja grande, será necessário outros tipos de intervenção que tenham o objetivo de preservar a saúde da mãe e do bebê.

Em casos onde o bebê já está maduro ou tem acima de 34 semanas, os obstetras geralmente recomendam a antecipação do parto, que pode ocorrer de forma natural quando o descolamento é pequeno.

Como prevenir o descolamento de placenta

Não existem meios diretos de prevenir o descolamento de placenta, já que há diversas causas possíveis. Porém, é possível que as gestantes diminuam alguns fatores de risco que podem levar a afecção através de atitudes simples, como:

  • Fazer os exames do pré-natal corretamente;
  • Ter hábitos diários mais saudáveis, sempre se alimentando adequadamente;
  • Evitar esforços excessivos ao longo da gestação;
  • Fazer os tratamentos de forma adequada das patologias prévias, como por exemplo a hipertensão.

Caso a mulher tenha histórico de descolamento de placenta, mas tenha interesse em passar por uma nova gravidez, é recomendado que ela converse com um médico a fim de reduzir os riscos de um novo descolamento.

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